Nietzsche, para compreender melhor (introdução)

“Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo.”

O filósofo Friedrich Nietzsche teve sua vida e produção literária interrompidas pela doença que o acometeu. Sua produção é frequentemente associada a um senso comum que se popularizou após sua morte, eternizando sua imagem a de um ‘derrotado’ combatente que ousou enfrentar o Onipotente. Com a recente expansão do livre pensamento, muitos dos paradigmas impostos pelas construções hierárquicas tradicionais, foram questionados pelas gerações que se seguiram. Essa liberdade de pensar carrega consigo o peso de tudo que é novo: a insegurança por lidar com aquilo que ainda não está pronto.

A tradição cultural tem o poder de oferecer à diferentes gerações a tranquilidade dos absolutos. Aparentemente, já sabemos no que tudo isso vai dar no final… As pessoas tem papéis e funções sociais bem definidas e a insegurança é muito pouco percebida. Quando um pensamento surge de forma intempestiva e ameaça o alicerce cultural com ideias provocativas e de inteligência aguda e provocadora, toda essa estrutura hierárquica estável se vê comprometida. Neste contexto de questionamento que as ideias de Nietzsche apresentam seu mais vasto campo de exploração.

Uma de suas frases, ‘Alguns homens já nascem póstumos!’ parece antever a sua popularidade no momento atual. Questionar e propor mudanças estruturais é um ato muito melhor recebido na atualidade do que no século XIX. Será? Vejamos:

Nietzsche propõe algo novo, que de tão novo, necessita de uma outra forma de escrever que ele, o próprio autor, não é capaz de explicar. Sendo assim, ele cria um personagem fictício chamado Zaratustra para fazê-lo. O que é tão especial assim que precisa de uma outra forma de linguagem para ser compreendido? Nietzsche está propondo a ‘Transvaloração de todos os valores’. Poucas pessoas se atentam para isso, porém é de vital importância saber, que a formação original de Nietzsche é na área da filologia. A filologia é ciência que estuda as diversas famílias de línguas, através de um rigoroso estudo de documentos históricos, com o objetivo de compreender as ideias propostas por determinadas palavras e suas mudanças ao longo do tempo.

Fica claro que, para o autor, as palavras são ferramentas do pensar e a sua interpretação é fundamental para o desenvolvimento da cultura e compreensão do homem, enquanto ser único na natureza. Que atribui valor a determinados objetos e significados muito próprios a determinadas ações. Simplificando, cada indivíduo tem a capacidade de dar sentido a um conjunto de fatos e acontecimentos (através da linguagem), sem que isso implique em mudanças reais na natureza dos fatos em si. Algo bom pode se tornar mau, ou indiferente, dependendo do indivíduo que os percebe e transmite, através da linguagem e do pensamento.

A maior provocação que se pode extrair dessa proposta teórica é a grande possibilidade da linguagem se tornar uma prisão de ideias, se for utilizada sem a devida pesquisa e acesso ao conhecimento das várias possibilidades que a linguagem nos permite. A exemplo disso, podemos observar que a palavra ‘liberdade’ não possui um único sentido de interpretação. Cada indivíduo dentro de sua experiência de vida, pode significá-la de uma forma bem diferente dos outros. Todavia, o significado das palavras é transmitido de forma ideológica através dos contornos simbólicos que cada geração sustenta. Sendo assim, a uniformidade de sentido pode também se apresentar como uniformidade do pensamento, através do valor simbólico de cada palavra.

Se as palavras apontam valores, o estudo da filologia é o ponto de partida para compreensão do projeto nietzschiano de desconstrução dos valores. Porém, ele não pára por aí: a proposta dele envolve a transformação da própria habilidade de raciocinar do homem. Tomando como exemplo um grande martelo, (símbolo mítico Nórdico de grande poder), Nietzsche propõe a destruição dos valores morais, que segundo ele, limitam a potência individual em nome de uma submissão ao poder de líderes cegos, que oprimem o homem em um modelo de rebanho. Uma proposta muito arrojada até mesmo para os dias de hoje.

Pode não ser depressão… pode ser autoconhecimento.

Professor Rafael Tinoco, psicanalista e filósofo

Nossa geração alcançou um avanço tecnológico, fruto dos últimos 100 anos de desenvolvimento, impossível de comparar a qualquer outra época da nossa história. Este progresso trouxe significativa mudança na realidade e na própria concepção do autoconhecimento e função da existência individual. Tanto para o bem, quanto para o mal, o homem criou e destruiu muitos ídolos, chamou à existência o inimaginável, caminhou em estradas que nunca antes havia pisado. Desvendou enigmas do Cosmo e de sua própria consciência. Se dedicou a ciência e ao pensamento, tanto quanto à guerra e ao ódio. Mostrou o melhor e o pior de si.

É inegável que mudamos. O que se questiona é o preço dessa nova realidade social e individual. Se por um lado criamos códigos de leis e formulamos teorias políticas com o objetivo de evitar conflitos, também é verdade que a nossa vida se tornou muito vigiada. A exigência que se aplica sobre jovens e adultos tem critérios objetivos e subjetivos. Sob determinado aspecto, toda essa vigilância externa se tornou também um tipo de autocastração e definiu o ideal massificado daquilo que devemos ou não considerar ‘felicidade’, ‘realização’, ‘sucesso’, ‘conquistas pessoais’.

Ser considerado ‘Bem sucedido’ se tornou o novo critério evolutivo para a seleção natural da contemporaneidade. A sociedade que construímos se tornou tão, ou até mais selvagem, do que aquela em que vivem os animais ditos irracionais. Com nossos Smartfones, em redes sociais como esta, destilamos toda sorte de sentimentos, sejam construtivos e benéficos ou altamente destrutivos e profundamente detestáveis. Evoluímos tanto dentro deste mundo de tecnologia que nos cerca, que talvez tenhamos deixado de lado aquilo que nos tornava únicos: uma perspectiva individual da nossa própria existência.

Qualquer pessoa que rejeite este modelo de super exposição de sua imagem, ou de obrigatoriedade de sucesso, e tenha outros objetivos fora do alcance da sociedade, coisas mais voltadas a realização verdadeiramente pessoal, ou de pequenos prazeres e satisfações sem a necessidade de ser amplamente divulgado, logo se torna postulante a ser considerado alguém que sofre:

– Sofre do que? Ninguém sabe exatamente, mas ela sofre…

Se você, ou eu, em algum momento da vida se questionar se está ou não feliz, seremos considerados ‘candidatos a sofrer de depressão’. O fato de refletir, considerar, ou mesmo questionar a razão da sua própria existência, já pode ser considerado por muitos, um sintoma de depressão.

Diante da enorme relação entre o desenvolvimento da nossa sociedade e do pequeno avanço do autoconhecimento, podemos observar que o campo aberto em matéria de saber, atualmente, se restringe ao que ainda não sabemos sobre nós mesmos. Portanto, a reflexão sobre a razão da nossa existência, deveria ser considerada um campo de saber e desenvolvimento e não um sintoma de adoecimento. Podemos, tanto sofrer e mesmo assim não estarmos doentes, como podemos ser aceitos e felizes e mesmo assim não estarmos nem um pouco saudáveis.

Pare e pense: Você é realmente feliz ou está apenas tentando viver a vida de ‘sucesso’ vendida pelo mercador de sonhos recondicionados?

Filosofia Antiga – “Os Pré-socráticos” 2

PITÁGORAS DE SAMOS

Pitágoras nasceu na ilha grega de Samos, na costa jônica, em 570 a.C. Estudou matemática, astronomia, música, literatura e filosofia na sua cidade natal. Foi orientado na cidade grega de Mileto por um dos maiores filósofos pré-socráticos: Tales de Mileto.

No entanto, suas ideias revolucionárias para a época o levaram a ser perseguido. Nesse momento, mudou-se para Crotona (sul da Itália), região conhecida como Magna Grécia. Foi ali que fundou uma escola de caráter místico-filosófico que ficou conhecida como “Escola Pitagórica”.

Entretanto, foi perseguido novamente, deixando Crotona e partindo para o Egito, onde ao observar as pirâmides, criou o Teorema de Pitágoras. O filósofo faleceu em Metaponto, na região sul da Itália, em 490 a.C. com aproximadamente 80 anos.

Pitágoras aponta o número como a origem de todas as coisas. Segundo este pensador, ‘tudo é número’ e a partir dos números temos a explicação para a realidade. É, no entanto, necessário compreender que, para Pitágoras, o número é um elemento de representatividade, ou seja, não estamos falando do algarismo em si, mas sim, na capacidade de representar que o número carrega em si.

Perceba bem, o número 1 pode ser visto na sua potencialidade de somar, subtrair ou multiplicar, ou como um ‘ponto de partida’. Sendo assim, o número 2 pode ser observado como a continuidade deste ponto, apresentando um plano em duas dimensões com largura e altura. E seguindo este exemplo, o número 3 poderia ser a representação da profundidade.

São ideias revolucionárias para a época!

Teorema de Pitágoras

Um dos mais importantes teoremas da geometria é o Teorema de Pitágoras. É representado pela fórmula (c²= a²+b²) sendo seu enunciado descrito da seguinte maneira:

“No triângulo retângulo, composto por um ângulo interno de 90° (ângulo reto), a soma dos quadrados de seus catetos corresponde ao quadrado de sua hipotenusa.”

Esta fórmula vale para calcular o tamanho dos triângulos retângulos e tem um sem-número de aplicações especialmente nas construções em geral.

hipotenusa cateto
O universo é uma harmonia de contrários.”

Filosofia Antiga – “Os Pré-socráticos”

TALES e ANAXIMANDRO de MILETO

Também chamados de Filósofos da Natureza (Physis), estes pensadores foram muito importantes para a história do pensamento ocidental. Neste artigo vamos pontuar como, e porque, a sua contribuição foi considerada tão importante.

Em primeiro lugar, devemos pontuar que o pensamento pré-socrático busca compreender a natureza sem se valer de explicações mitológicas ou religiosas. Para o padrão de sua época essa busca pela origem de tudo, se mostra um avanço na autonomia do pensamento do homem diante da dependência de divindades e seres mitológicos, como era o padrão do pensamento da antiguidade.

As explicações que estes pensadores encontram em suas divagações intelectuais, foram atingidas, sem um método de pensamento único ou mesmo os modernos equipamentos que a tecnologia nos permite atualmente. Contudo, podemos observar nelas as origens daquilo que posteriormente orientou os pensadores modernos.

Às vezes pode ser difícil determinar a linha de argumento real que alguns pré-socráticos usaram para apoiar suas visões particulares. Enquanto a maioria deles produziu textos significativos, nenhum deles sobreviveu na forma completa. Tudo o que está disponível são citações de filósofos posteriores (frequentemente tendenciosos) e historiadores, e o ocasional fragmento textual.

Tales de Mileto (624-548 a.C.)

Atribui-se a Tales a afirmação de que “todas as coisas estão cheias de deuses”, o que talvez pode ser associado à ideia de que o imã tem vida, porque move o ferro. Essa afirmação representa não um retorno a concepções míticas, mas simplesmente a ideia de que o universo é dotado de animação, de que a matéria é viva (híloizismo). Além disso, elaborou uma teoria para explicar as inundações no Nilo, e atribui-se a Tales a solução de diversos problemas geométricos. Tales viajou por várias regiões, inclusive o Egito, onde, segundo consta, calculou a altura de uma pirâmide a partir da proporção entre sua própria altura e o comprimento de sua sombra. Esse cálculo exprime o que, na geometria, até hoje se conhece como teorema de Tales.

Tales foi um dos filósofos que acreditava que as coisas têm por trás de si um princípio físico, material, chamado arché. Para Tales, o arché seria a água. Tales observou que o calor necessita de água, que o morto resseca, que a natureza é úmida, que os germens são úmidos, que os alimentos contêm seiva, e concluiu que o princípio de tudo era a água. Com essa afirmação deduz-se que a existência singular não possui autonomia alguma, apenas algo acidental, uma modificação. A existência singular é passageira, modifica-se. A água é um momento no todo em geral, um elemento.

Principais fragmentos:

  • “…a Água é o princípio de todas as coisas…”;
  • “… todas as coisas estão cheias de deuses…”;
  • “… a pedra magnética possui um poder porque move o ferro…”.

Tales é apontado como um dos sete sábios da Grécia Antiga. Além disso, foi o fundador da Escola Jônica. Considerava a água como sendo a origem de todas as coisas, e seus seguidores, embora discordassem quanto à “substância primordial” (que constituía a essência do universo), concordavam com ele no que dizia a respeito da existência de um “princípio único” para essa natureza primordial.Entre os principais discípulos de Tales de Mileto merecem destaque: Anaxímenes que dizia ser o “ar” a substância primária; e Anaximandro, para quem os mundos eram infinitos em sua perpétua inter-relação.

Anaximandro de Mileto (611-547 a.C.)

Anaximandro viveu em Mileto no século VI a.C.. Foi discípulo e sucessor de Tales. Anaximandro achava que nosso mundo seria apenas um entre uma infinidade de mundos que evoluiriam e se dissolveriam em algo que ele chamou de ilimitado ou infinito. Não é fácil explicar o que ele queria dizer com isso, mas parece claro que Anaximandro não estava pensando em uma substância conhecida, tal como Tales concebeu. Talvez quisesse dizer que a substância que gera todas as coisas fosse algo diferente das coisas criadas. Uma vez que todas as coisas criadas são limitadas, aquilo que vem antes ou depois delas teria de ser ilimitado.

É evidente que esse elemento básico não poderia ser algo tão comum como a água.

Anaximandro recusa-se a ver a origem do real em um elemento particular; todas as coisas são limitadas, e o limitado não pode ser, sem injustiça, a origem das coisas. Do ilimitado surgem inúmeros mundos, e estabelece-se a multiplicidade; a gênese das coisas a partir do ilimitado é explicada através da separação dos contrários em conseqüência do movimento eterno. Para Anaximandro o princípio das coisas (o Arché) não era algo visível; era uma substância etérea, infinita. Chamou a essa substância de Apeíron (indeterminado, infinito). O Apeíron seria uma “massa geradora” dos seres, contendo em si todos os elementos contrários.

Anaximandro tinha um argumento contra Tales: o ar é frio, a água é úmida, e o fogo é quente, e essas coisas são antagônicas entre si, portanto o elemento primordial não poderia ser um dos elementos visíveis, teria que ser um elemento neutro, que está presente em tudo, mas está invisível.

Esse filósofo foi o iniciador da astronomia grega. Foi o primeiro a formular o conceito de uma lei universal presidindo o processo cósmico totalmente.

De acordo com ele para que o vir-a-ser não cesse, o ser originário tem de ser indeterminado. Estando, assim, acima do vir-a-ser e garantindo, por isso, a eternidade e o curso do vir-a-ser.

O seu fragmento refere-se a uma unidade primordial, da qual nascem todas as coisas e à qual retornam todas as coisas.

Principais fragmentos:

  • “… o ilimitado é eterno…”;
  • “… o ilimitado é imortal e indissolúvel…”.

Será que vale a pena estudar Filosofia e Sociologia para o Enem?

De Platão a Foucault: 130 animações para aprender sobre filosofia ...

Você sabia que das 44 questões de ciências humanas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018, 17 eram de filosofia e sociologia? Isso corresponde a quase 40% da prova do exame dessa área! 

Esse levantamento, feito pela Oficina do Estudante, revela a importância dessas disciplinas na avaliação que é a porta de entrada para as melhores universidades do país.  

Filosofia  

Na prova de 2018, das sete questões de filosofia, uma foi sobre contrato social, enfocando autores como Hobbes e Rousseau, e outra foi sobre a sociedade contemporânea. Também foram abordados temas como o papel do filósofo com base em um texto de Merleau-Ponty, filosofia medieval, enfocando Tomás de Aquino e Santo Agostinho e Helenismo.  

Filosofia política: autores do contrato social, como John Locke, Thomas Hobbes, Jean Jacques Rousseau. Na Antiguidade, vale relembrar autores como Platão e Aristóteles, que também se debruçaram sobre o modo como as sociedades se organizam.  

Filosofia moderna: Maquiavel, Renascimento e Revolução Científica são dois temas-chave, na perspectiva de como a ciência começou a ser constituir na Modernidade. Sobre história da ciência, ela destaca Galieu-Galilei, Francis Bacon, Descartes, John Locke, David Hume, além das questões que dizem respeito à Epistemologia também são importantes.  

Filosofia contemporânea: autores que fizeram filosofia após a Segunda Guerra Mundial, como os autores do Existencialismo, como Sartre e Simone de Beauvoir, autores da Escola de Frankfurt, como Horkheimer, Adorno, Habermas. “Estes são autores bastante frequentes na prova do Enem. E eles estão lidando com as questões do seu tempo, sociedade do consumo, automatização dos meios de produção, a relação do ser humano com o seu tempo, como isso foi afetado pelas mudanças do modo de produção” destaca Jéssica.  

Sociologia 

As questões sobre cultura, cidadania e política, além de movimento social estão quase sempre presentes.  

“No campo da cultura, o que a gente pode entender por cultura é quais são os meios pelos quais as culturas se manifestam. São recorrentes questões sobre o patrimônio imaterial da humanidade, preservação da cultura, qual é o papel das instituições internacionais na preservação de cultura, como um povo se entende a partir da produção cultura”, analisa a professora.  

No campo da cidadania, as questões envolvem temas como democracia, direitos civis, políticos, sociais etc. são comuns, enfocando especialmente as relações entre indivíduos e o Estado.  

No que diz respeito à política, um dos destaques são os movimentos sociais, as maneiras como o povo participa do poder, a democracia direta. “É bom o estudante tenha em mente quais foram e são os principais movimentos sociais no Brasil e quais são seus principais eixos de atuação. Por exemplo, o movimento das Diretas Já, os movimentos de moradia, movimentos cujo mote é a reforma agrária”, diz a professora.  

No Enem 2018, havia dez questões de sociologia em torno de temas como globalização, democracia, história africana, relações entre os países, pensando em fronteira com base em Baumman, e questões sobre democracia e estereótipos de gênero.

Como você pode perceber, as as diciplinas de filosofia e Sociologia são relativamento muito importantes para o seu sucesso na prova do Enem, portanto, mãos à obra e não deixe acompanhar as novidades aqui com agente.

Abraços!!!

Compromisso Sistema de Ensino

Dicas de como se sair bem na prova!!!

COMEMORE-SE

Para o mar agitado, uma bóia,
para os andares mais altos uma escada,
para o engessado, um par de muletas,
para a piscina, trampolim,
para a vida plena, motivação.

Motivação é o combustível dos fortes,
daqueles que determinaram a vitória,
seja em que campo for, e não desistem,
mesmo com o sol intenso, com o frio que queima,
mesmo diante da montanha mais alta,
porque sabem que basta seguir em frente,
dar sempre um passo adiante, para vencê-lá.

Por isso, nas pequenas vitórias do dia,
faça uma comemoração interior,
vibre com um abraço sincero,
com um beijo demorado,
com uma nota boa na escola,
com um obrigado bem merecido,
com a esmola bem ofertada,
com a ajuda que você pode dar,
com a esperança que você levou,
com o ombro amigo que pode oferecer.

Vibre, comemore com o nascer do dia,
você acordou e isso significa estar vivo,
Deus ainda acredita em você,
e estar vivo significa poder mudar:
o que estava errado,
o que estava incomodando,
pagar o que estava devendo,
e trabalhar mais um pouco,
para você, para a sua família,
para o mundo, que sem você,
no mínimo, seria menos interessante,
porque você é especial demais,
e só por você estar aqui,
já vibramos com alegria.
Por isso, vibre, comemore-se,
beba um copo de água em sua homenagem,
e siga em frente, que a motivação é VOCÊ!

Paulo Roberto Gaefke

O que é o ENCCEJA?

Saiba tudo sobre as inscrições para o Encceja 2020, como se inscrever, como funciona, datas, entre outros. Aqui no Compromisso Vestibulares você vai conferir tudo sobre o Encceja, para você ficar por dentro de todas as informações que são necessárias para fazer essa prova ainda este ano.

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos mais conhecido como Encceja é uma prova voluntária e gratuita que serve para conceder o certificado de conclusão do ensino fundamental e também o certificado de conclusão do ensino médio, para as pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade adequada.

O Encceja é uma prova aplicada pelo Governo Federal e que oferece a adultos e jovens que não conseguiram concluir os seus estudos, a oportunidade de obter o certificado do ensino fundamental ou do ensino médio.

Os cidadãos que querem ter a certificação do ensino fundamental precisam ter a idade mínima de 15 anos de idade, já para aquele que deseja obter o certificado de ensino médio é preciso ter no mínimo 18 anos de idade até a data da aplicação da prova.

Lembrando que a participação no exame é voluntária.

Como se inscrever no Encceja 2020

Inep divulga cartão de confirmação com locais de prova do Encceja ...

Olá amigo estudante! 

Não fique de fora dessa:

As inscrições para participar do Encceja 2020 ocorrem totalmente online, por meio do site do exame que é do INEP. Se quer fazer a sua inscrição, então siga o passo a passo abaixo:

• Acesse o site do INEP: http://enccejanacional.inep.gov.br/encceja/#!/inicial;
• Click na área de INSCRIÇÃO;
• Informe o seu CPF e a sua data de nascimento;
• Depois, preencha com os seus dados pessoais;
• Se precisa de atendimento especializado, informe no espaço indicado;
• Em seguida é preciso colocar qual tipo de certificação deseja ter, a cidade onde pretende fazer a prova e qual instituição irá emitir o seu certificado;
• Agora responda o questionário socioeconômico;
• Coloque um endereço de e-mail e número de telefone que sejam válidos para contato;
• Crie uma senha para acessar a plataforma e pronto!

Depois de ter finalizado a sua inscrição conforme orientado, é só aguardar pela data de liberação do cartão de confirmação, assim que for liberada a data é só acessar o site novamente com o seu login e senha. Através dele, você pode conferir em qual escola irá fazer a prova.

Continue acompanhando nossas publicações!


Taxas, isenção e datas

A inscrição para realizar o Encceja é totalmente gratuita, portanto, qualquer pessoa tem o direito de participar do exame gratuitamente. Você só precisará pagar, caso tenha feito a sua inscrição no ano anterior e tenha faltado na prova. Se não tiver justificado a ausência, precisará pagar uma taxa para conseguir fazer a prova nesse ano.

O Encceja 2020 infelizmente foi remarcado para dezembro, devido a pandemia do novo corona vírus, mas em breve será divulgado. E, para o ensino fundamental e para o ensino médio a prova é composta por quatro provas objetivas, e cada uma tem trinta questões de múltipla escolha, e uma redação. As provas do Encceja seguem os requisitos básicos, que são estabelecidos pela legislação em vigor. O exame é aplicado em um só dia, nos turnos matutino e vespertino.

Dicas para se sair bem nas Provas!!!

Saber espanhol para estudar na Argentina - Buenos Aires Educacional

Dica número 3.

Atenção ao lugar de estudo – organização depende de planejamento!
Vai estudar em casa?
Na biblioteca?
No cursinho?
No trabalho?
O lugar não importa, desde que ele seja tranquilo, silencioso, livre de distrações e bem iluminado.

Organização para estudar envolve também um lugar limpo e adequado, no qual você possa se sentar de forma confortável e com boa postura.

Caso o lugar escolhido seja barulhento (e não tenha jeito), compre um tampão de ouvido ou use fones para bloquear os ruídos externos.

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